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Seis Passos para a Devida Diligência em Direitos Humanos

Ao desenvolver e implementar políticas e práticas, a Statkraft recebe orientações da Diretriz de Due Diligence da OCDE para Conduta Empresarial Responsável. Os seis passos, e a forma como o Statkraft implementa cada um, são descritos com mais detalhes abaixo.

#1: Incorporar conduta empresarial responsável em políticas e sistemas de gestão
Exemplos dos esforços da Statkraft para integrar plenamente a conduta empresarial responsável nas operações da empresa incluem a política de Sustentabilidade e HSSE; Código de Conduta; Código de Conduta dos Fornecedores; Política de Compras; Pessoas, Liderança e Política Organizacional; assim como outros requisitos operacionais relevantes.

#2: Identificar e avaliar impactos adversos em operações, cadeias de suprimentos e relacionamentos comerciais
A Statkraft continua evoluindo seus processos de avaliação de impacto, que consistem em um duplo foco nos impactos ambientais nos ecossistemas e nos impactos sociais nas comunidades decorrentes dos projetos e operações da empresa. As avaliações são frequentemente realizadas por consultorias externas ou outros terceiros independentes, e são monitoradas de perto por especialistas qualificados e autoridades nacionais.

Questões técnicas, econômicas, sociais e ambientais são todas examinadas como parte desse processo, que pode incluir: considerações sobre espécies ameaçadas na área; possíveis conflitos com os direitos dos povos indígenas; os interesses da população local; a necessidade de realocar pessoas devido a coisas como enchentes; e danos à flora e fauna decorrentes de barragens, instalações técnicas e redes elétricas.

A Statkraft está atualmente trabalhando para desenvolver de forma semelhante uma estrutura robusta para identificar e avaliar potenciais riscos e impactos em direitos humanos para funcionários, bem como entre a força de trabalho de fornecedores e contratados.

#3: Cessar, prevenir ou mitigar impactos adversos
A Statkraft vê isso como um passo importante para garantir que os compromissos declarados da empresa se concretizem e que o respeito aos direitos humanos seja integrado nas operações do dia a dia. Aqui, a Statkraft trabalha para integrar os esforços descritos anteriormente para identificar adequadamente impactos potenciais e reais com a forma como a empresa opera na realidade.

Uma ampla gama de políticas, processos e procedimentos está em vigor ou em desenvolvimento para avançar os sistemas de due diligence em direitos humanos da Statkraft. Estes incluem Planos de Gestão Ambiental e Social (ESMPs) para projetos; Planos de ação de Direitos Humanos para operações; um canal independente de reportagem (denúncia); e relatórios e investigações do HSSE.

#4: Acompanhamento da implementação e dos resultados
A Statkraft reconhece que é necessário mais trabalho para garantir que as iniciativas relacionadas sejam sistematicamente acompanhadas e monitoradas, e está trabalhando ativamente para melhorar a abordagem da empresa na revisão, acompanhamento e auditoria das práticas de direitos humanos.

#5: Comunicando como os impactos são abordados
A Statkraft coleta informações anualmente em seu Relatório Anual e também completa a divulgação sobre a Escravidão Moderna.

#6: Providência ou cooperação na remediação quando apropriado
Embora a Statkraft faça todo o possível para garantir que impactos negativos potenciais sejam evitados, ela reconhece que há casos em que isso não foi alcançado na prática. Nesses casos, a Statkraft participa de processos judiciais e não judiciais de reclamações e oferece remédios apropriados e mutuamente aceitáveis.

A Statkraft também está comprometida em aprender com esses processos e melhorar ainda mais a gestão das questões de direitos humanos como resultado.

A Statkraft estabeleceu uma estratégia baseada no princípio de que as medidas corretivas devem, tanto quanto possível, tornar as condições ambientais e sociais tão boas ou até melhores do que eram originalmente. Por exemplo, no desenvolvimento de uma usina hidrelétrica nos Himalaias indianos, planos estabelecidos focam em minimizar o número de espécies de pinheiros ameaçadas abatidas, implementar um programa para plantar duas árvores para cada uma removida e oferecer compensação para comunidades afetadas pela perda de produção por um período de 40 anos.